Construção

Geotêxteis, véu de reforço e feltros técnicos para construção

Tela de poliéster agulhado para mantas líquidas e membranas asfálticas, camadas têxteis para telhados verdes, isolamento PET e breather e bleeder para compósitos.

Os materiais não tecidos estão presentes em múltiplas etapas da construção: da impermeabilização do telhado aos telhados verdes, o isolamento de sistemas construtivos e os consumíveis de laminação.

A Barensa produz essas telas como insumo técnico para sistemas construtivos que exigem consistência, rastreabilidade e fornecimento confiável — com exportação direta ao Brasil.

Reforço geotêxtil BARENSA®-75

BARENSA-75 — véu de reforço de poliéster agulhado (PET) de 75 g/m² — nasce da experiência da Barensa no desenvolvimento e na fabricação de não tecidos técnicos. Foi projetado especificamente para integrar-se às mantas líquidas de impermeabilização e transformar a aplicação em um sistema estruturado, mais contínuo e resistente.

Ao ficar embutido entre as demãos, o BARENSA-75 agrega estruturação ao sistema impermeável: reforça encontros, rufos, juntas e pontos críticos. Não é um acessório opcional: é o complemento de que a manta líquida precisa para formar um sistema contínuo e durável.

Quando a tela não é a adequada, o defeito aparece: não se impregna por completo e fica marcada como uma lona, com dobras e zonas fracas. O BARENSA-75 — leve, de gramatura uniforme e estrutura aberta — satura-se por completo e desaparece dentro da membrana composta; foi desenvolvido junto a especialistas e aplicadores do ramo para alcançar esse equilíbrio.

Com mais de 1,6 milhão de m² aplicados em obra real nos últimos anos, o BARENSA-75 é uma solução comprovada que combina desenvolvimento industrial, especialização e experiência de campo.

Propriedades técnicas

Alta impregnabilidade — a manta líquida penetra a estrutura fibrosa e forma uma camada composta, sem zonas secas nem separação entre materiais

Resistência mecânica — agrega resistência à tração e ao puncionamento, ajudando a impermeabilização a suportar melhor movimentos, dilatações e esforços de obra

Ponteamento de fissuras — distribui tensões por uma superfície maior e melhora o comportamento do sistema em microfissuras, juntas e movimentos diferenciais

Sem resinas ou colas — união mecânica por agulhamento; não agrega compostos que interfiram na membrana nem se degradem com o tempo

Onde se aplica

Reforço em superfície completa de telhado plano
Uniões, encontros e mudanças de plano
Bordas, perímetros e pontos singulares
Ponteamento de fissuras ativas
Reparo de impermeabilizações existentes
Substratos com alto movimento diferencial

Como melhora o sistema

A tela é incorporada durante a execução da impermeabilização, entre a primeira e a segunda demão de manta líquida. A primeira demão é aplicada fresca sobre o substrato; o BARENSA-75 é desenrolado diretamente sobre ela, ficando embutido; por fim aplica-se a segunda demão, que impregna e consolida o conjunto. O resultado é uma membrana composta: a manta líquida agrega impermeabilidade e o reforço de PET agrega estruturação, continuidade e distribuição de esforços.

Estrutura do sistema (de cima para baixo)

4

Manta líquida — 2ª demão

3

BARENSA-75

Véu de poliéster agulhado

2

Manta líquida — 1ª demão

1

Substrato (laje/contrapiso)

Apresentações

Apresentação padrão: rolo de 1,05 m × 25 m (26,25 m²). Sua largura inclui 5 cm para a sobreposição com a faixa vizinha, de modo que cada pano cobre 1 metro útil e a impermeabilização fica contínua e sem falhas. Para detalhes e reforços localizados, o BARENSA-75 também está disponível em larguras de 10, 15, 20 e 25 cm: faixas já cortadas de fábrica, prontas para juntas, rufos e encontros, sem cortes na obra nem desperdício.

Rolo BARENSA-75 de 1,05 m × 25 m

Rolo padrão

75 g/m² · 1,05 m × 25 m · 26,25 m²

Rolos BARENSA-75 em tiras cortadas de fábrica: larguras de 10, 15, 20 e 25 cm

Larguras reduzidas

10, 15, 20 e 25 cm

Aplicação da segunda demão de manta líquida sobre o BARENSA-75 embutido na primeira demão

Tela PET como suporte têxtil em membranas asfálticas

Na fabricação de mantas asfálticas impermeabilizantes, a tela ou manta não tecida de poliéster atua como alma portante: dá resistência dimensional ao rolo, facilita a impregnação uniforme do asfalto em linha e melhora a coesão entre camadas. A Barensa fornece esse material como insumo para fabricantes de membranas que o incorporam em seu processo de laminação.

Maior alongamento que fibra de vidro

O PET oferece maior alongamento e resistência ao rasgo que o feltro de fibra de vidro, o que melhora o comportamento da membrana acabada em coberturas com movimentos estruturais ou dilatação térmica.

Estabilidade térmica no processo

O PET mantém suas dimensões sob o calor do asfalto durante a impregnação em linha, reduzindo a deformação do rolo durante o processo de fabricação.

Desenvolvimento por amostra

Trabalhamos a partir da referência atual do fabricante — amostra ou ficha técnica — para desenvolver o equivalente em gramatura, espessura e acabamento superficial compatível com o processo de laminação.

Consistência entre partidas

A uniformidade de gramatura e espessura entre rolos é crítica na laminação contínua; o material é controlado por lote para mantê-la partida a partida.

Aplicações

Membranas APP e SBS com suporte têxtil, membranas autoprotegidas com granilha, sistemas de membrana para coberturas com dilatação e desenvolvimentos de novas formulações de membrana.

Escopo do fornecimento: A Barensa fornece o não tecido PET em rolo como insumo para a linha de fabricação. Não fabricamos a membrana acabada nem realizamos o processo de impregnação asfáltica. A compatibilidade com a formulação do betume e as especificações de impermeabilidade da membrana final são responsabilidade do fabricante.

Telhados verdes e terraços vegetados

Em terraços com grama, canteiros, cobertura verde ou laje verde, o geotêxtil atua como camada filtrante e separadora entre o substrato, as camadas drenantes e a impermeabilização: deixa a água passar, retém os finos e protege as camadas sensíveis do sistema, mantendo a estabilidade do conjunto ao longo do tempo.

Diagrama em corte de um telhado verde sobre laje: membrana impermeável, geotêxtil protetor, camada de drenagem, geotêxtil filtrante e substrato com grama e vidro
Corte do sistema sobre a laje: o geotêxtil de filtração deixa a água passar para a drenagem e retém o substrato; a manta de proteção separa a membrana impermeável das camadas superiores.

O sistema de camadas sobre a laje

Sobre a laje impermeabilizada monta-se uma sequência de camadas, de baixo para cima:

Manta de proteção

Sobre a membrana impermeável, separa-a das camadas superiores e amortece o contato.

Camada drenante

Conduz a água excedente aos ralos da cobertura.

Geotêxtil de filtração

Deixa a água passar para a drenagem e retém os finos do substrato.

Substrato com grama ou canteiros

A camada vegetal, sobre o conjunto já estabilizado.

A Barensa fabrica as camadas têxteis do sistema; o projeto completo é definido pelo instalador ou projetista.

O mesmo esquema de camadas permite grama direta ou canteiros de grande porte sobre a laje, em terraços novos ou em intervenções sobre coberturas existentes. O enfoque de jardim em altura também é desenvolvido na página de jardinagem.

Isolamento PET e módulos técnicos

Os feltros de poliéster podem ser utilizados como camadas de absorção acústica, amortecimento e proteção em sistemas construtivos industrializados, salas técnicas, módulos e fechamentos onde se busca um material limpo, leve e fácil de trabalhar. O desenvolvimento completo de absorção e isolamento acústico está na página isolamento acústico e antivibração.

Feltro não tecido de poliéster colocado sobre painel de isolamento técnico

Absorção acústica

Camadas não tecidas para reduzir reverberação, vibração e transmissão de ruído em fechamentos, painéis e espaços técnicos.

Proteção e amortecimento

Feltros técnicos como camada intermediária de proteção, separação ou apoio em componentes construtivos e peças transportáveis.

Desenvolvimento sob medida

Adaptação de composição, gramatura, espessura e apresentação conforme o sistema construtivo ou o processo de montagem do cliente.

Compósitos (PRFV): breather e bleeder

Na laminação com bolsa de vácuo de peças de PRFV — tanques, painéis, cascos, estruturas — usam-se camadas auxiliares de não tecido PET descartadas após cada ciclo: o breather para a distribuição do vácuo e o bleeder para o controle da resina.

Breather

Mantém um caminho de gás aberto para que o vácuo chegue uniforme a toda a peça. Se colapsa, o vácuo se perde em zonas localizadas e a peça fica com bolhas ou consolidação irregular.

Bleeder

Absorve o excedente de resina que sangra do laminado durante a cura. O balanço resina/fibra da peça depende em parte de sua capacidade de absorção.

Escopo do PET: laminação com resinas poliéster ou viniléster a temperatura ambiente, em bolsa de vácuo simples. Não é apto para autoclave, ciclos de alta temperatura nem aplicações aeroespaciais com breather certificado. O material é validado com uma amostra técnica no processo do cliente antes de um fornecimento regular. Solicitar uma amostra técnica →

O que a Barensa agrega

Como fabricante, a Barensa fornece o material a impermeabilizadores, fabricantes de membranas, construtoras e instaladores de sistemas — com exportação direta ao Brasil.

Fabricação na Argentina

Produção própria em Buenos Aires, com mais de 80 anos de trajetória, estoque próprio e prazos previsíveis para acompanhar os ritmos da obra.

Sob medida

Diferentes gramaturas e larguras conforme a aplicação: do geotêxtil estreito para drenos lineares ao rolo largo para impermeabilização em superfície completa.

Qualidade certificada e rastreabilidade

Sistema de gestão certificado ISO 9001:2015 pelo IRAM; gramatura, permeabilidade e resistência mecânica se mantêm consistentes lote a lote, obra após obra.

Desenvolvimento por amostra

Gramatura, espessura, composição de fibra e acabamento se ajustam a cada sistema ou aplicação, com amostra e validação antes de um fornecimento regular.

Sistema de Gestão da Qualidade certificado ISO 9001:2015 pelo IRAM ISO 9001:2015 IRAM (RI 9000-5233) Ver certificado Certificação Internacional IQNet IQNet Validade internacional Ver certificado

Ficha técnica à disposição

Propriedades, gramaturas e tolerâncias do material, documentadas para avaliar e especificar cada aplicação. Solicite-a e a enviaremos com a maior brevidade.

Solicitar ficha técnica

Sua aplicação não está nesta página?

Esta página reúne os usos mais frequentes do não tecido agulhado em obra e sistemas construtivos, não todos os possíveis. Se você atua no ramo e o que precisa não figura nesta página, conte-nos seu projeto: avaliamos se o material pode resolvê-lo e, quando um desenvolvimento específico é necessário, trabalhamos com você com amostra e validação.

Conte-nos seu projeto

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Perguntas frequentes

Com uma camada de geotêxtil sobre a membrana impermeável: amortece as cargas pontuais e a protege de pedras e raízes. Em telhados verdes, também filtra o substrato e pode reter umidade. A Barensa fabrica o geotêxtil; a membrana e o sistema são fornecidos pelo impermeabilizador.
Com uma tela de poliéster: nas mantas líquidas ela é embutida entre as demãos do impermeabilizante e nas asfálticas funciona como suporte interno, agregando resistência e estruturação. A Barensa fabrica essa tela agulhada em rolo ou corte sob medida; para manta líquida, seu véu de reforço de desenvolvimento próprio é o BARENSA-75, de 75 g/m².
O padrão do ramo é 75 g/m². O BARENSA-75 é o véu de reforço de 75 g/m² da Barensa, desenvolvido especificamente para integrar-se às mantas líquidas. Aplicado embutido entre demãos, o véu não é um acessório opcional: é o complemento de que a manta líquida precisa para formar um sistema contínuo e durável.
Não, e a diferença aparece no resultado: uma tela rígida ou de gramatura irregular não se impregna por completo nem copia os encontros, e fica marcada como uma lona sobre o telhado, com dobras e zonas fracas. A tela para essa função deve ser leve, de gramatura uniforme e estrutura aberta, para saturar-se por completo e integrar-se à membrana composta. O BARENSA-75, de 75 g/m², foi desenvolvido junto a especialistas e aplicadores do ramo especificamente para mantas líquidas.
A Barensa fabrica o não tecido PET agulhado usado como breather e bleeder na laminação com bolsa de vácuo de peças de PRFV, com resinas poliéster ou viniléster a temperatura ambiente. Não é apto para autoclave nem ciclos de alta temperatura. É entregue em rolo ou corte, com amostra técnica para validar o material no processo antes de um fornecimento regular — com exportação direta ao Brasil.
Sim, é uma aplicação habitual, sempre dentro de um sistema de camadas sobre a laje impermeabilizada: manta de proteção da membrana, camada drenante, geotêxtil de filtração e, só então, o substrato com a grama ou os canteiros. O geotêxtil filtro deixa a água passar para a drenagem e retém o substrato, para que o ralo não entupa nem o terraço fique alagado. A Barensa fabrica as camadas têxteis do sistema; o projeto completo é definido pelo instalador ou projetista.
A Barensa fabrica a tela não tecida que funciona como componente técnico dentro de um sistema construtivo. Na maioria dos casos, o cliente integra essa tela com mantas líquidas, substratos, camadas drenantes, pisos ou módulos próprios. Se o projeto exige um sistema completo, o escopo técnico é avaliado antes de avançar.
A Barensa, fabricante argentina do véu de reforço para membranas — também chamado de geotêxtil, tela ou véu de poliéster —, o produz em Buenos Aires, incluindo o BARENSA-75 de 75 g/m², em rolo ou corte sob medida, com certificação ISO 9001:2015, e atende o Brasil por exportação direta, como insumo para a impermeabilização profissional e os sistemas construtivos.
Sim. Parte-se de uma amostra ou da ficha técnica do material atual para desenvolver o equivalente em fibra, gramatura, espessura e acabamento, validado com o cliente antes de um fornecimento regular. A produção em Buenos Aires, com exportação direta ao Brasil, oferece prazos logísticos regionais menores que os de materiais importados de outros continentes.
Sim. Enviamos amostras do material para que o cliente as avalie em seu processo ou aplicação antes de definir uma compra ou desenvolvimento. Podem ser solicitadas pelo formulário de contato, indicando o uso pretendido.
Sim. O material possui ficha técnica e, para clientes com requisitos de auditoria ou controle por lote, fornecemos a documentação de qualidade associada à rastreabilidade por lote, no âmbito do sistema de gestão certificado ISO 9001:2015.

A Barensa fabrica o não tecido PET em rolo ou corte como material base. A membrana asfáltica, o sistema de impermeabilização, o painel acústico ou o produto construtivo acabado são fabricados pelo integrador que usa nosso material. Se você precisa da ficha técnica do PET base para sua documentação técnica, nós a enviamos sem custo.

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